segunda-feira, 30 de julho de 2012

"Não sou usurpador dos cofres públicos"



Nesta segunda-feira (30), o humorista Renato Piaba esclareceu à equipe Bocão News sobre as notícias publicadas no site, que dão conta sobre uma vaga ocupada por ele no Tribunal de Justiça, no qual Piaba receberia pouco mais de R$ 7 mil - valor pago a um oficial de Justiça. A informação logo gerou polêmica em torno do fato de que, o humorista poderia estar recebendo sem trabalhar - já o mesmo sempre foi conhecido publicamente por apenas trabalhar com o teatro.
 
Após a redação tentar entrar em contato com Piaba, sem êxito, durante o fim de semana - quando as matérias foram veiculadas, hoje, o Bocão News insistiu novamente em obter uma resposta. Nos atendendo, Piaba logo revelou que presta serviço ao TJ há quase 30 anos e que, atualmente, realiza plantão às terças pela manhã, no prédio que funciona na Faculdade FTC, na Avenida Paralela. "Só sou Piaba no final de semana. De segunda a sexta trabalho como oficial de Justiça e não sou usurpador dos cofres públicos", afirmou o humorista. "Nunca tive uma suspensão em 30 anos de serviço e não há processos contra mim". 
 
À nossa equipe, o humorista fez questão de relatar a trajetória como servidor, cuja carreira foi iniciada no dia 3 de fevereiro de 1983. "Eu sou concursado. Fui aprovado em 1979 e fiquei na colocação 78. Inicialmente, fui lotado na 12ª Vara Cível, com a juíza Maria Gabriela Sampaio Seixas. Lá, fiquei aproximadamente por oito anos. Sai de lá e fui para o Juizado de Defesa do Consumidor dos Barris, onde atuei por mais 10 anos com o Dr. Salomão Resedá. De lá, ainda fui para a 5ª Vara de Família, junto com a juíza Lívia Santiago de Crédico", contou.
 
Questionado sobre ter ofendido jornalistas do Bocão News após a publicação da matéria, Piaba alegou que foi a forma que encontrou para responder ao momento pelo qual disse ter passado. "Me chamaram de ladrão nas minhas redes sociais. Até meu filho me perguntou o porque disso tudo estar acontecendo. Fiquei chateado".
 

 
 
Gostando ou não, o site apenas veiculou o que está oficialmente registrado no site do TJ, levantando os questionamentos pertinentes à função da profissão. Diante da resposta que nos foi claramente concedida, de imediato - e com nosso interesse em ouvir o outro lado (tentamos por três vezes obter esta resposta), publicamos o que nos foi dito.

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