quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Cleo Pires namorou todos os filhos das babás e era caidona pelo caseiro


Cléo Pires: “Eu era uma criança muito sexual. Namorava todos os filhos das babás e das cozinheiras''. (Foto: GQ/Reprodução)
Cléo Pires: “Eu era uma criança muito sexual. Namorava todos os filhos das babás e das cozinheiras”. (Foto: GQ/Reprodução)
Tem um dedinho de dúvida na cabeça de Cleo Pires – diz respeito à sua boca. É de fato uma boca controversa. Se não se espichasse tanto para as laterais, seria como a de Angelina Jolie, pela qual babam homens, mulheres e o Brad Pitt. Mas, espichando-se, dá razão às más línguas: há em Cleo, ela que não nos ouça, um quê de Coringa do Batman. Também, ao bocão de Gloria Pires, sua mãe, veio somar-se o de Fábio Júnior, o seu pai, cujo sorriso franco é capaz de revelar primeiros e até segundos molares. Deu no que deu. “Dependendo do dia, acho a minha boca bonita. Mas na verdade tento não olhar muito pra ela”, diz Cleo. “Eu sou mais sexy do que bonita”.
Em que medida o sexo é importante para você? “Extremamente importante. A energia sexual é a mais poderosa que existe e pode gerar coisas maravilhosas, na cama e fora dela.” Hummm… Convido Cleo a deitar-se no divã. Quando era criança, ela me diz, sua família morava numa casa no Recreio dos Bandeirantes, no Rio. Seus melhores amigos eram os filhos dos empregados que viviam numa comunidade próxima conhecida como Terreirão.
A Gloria Pires, que a essa altura já havia se separado do Fábio Júnior e casado com o músico Orlando Morais, não fazia distinção entre rico e pobre. De modo que “a casa vivia sempre cheia de meninos e meninas que a gente nem sabia de onde vinham. Por dia, uns sete ou oito. No fim de semana, uns 15”. A Cleo preferia os meninos. “Eu era uma criança muito sexual. Namorava todos os filhos das babás, das cozinheiras. A babá que ficou mais tempo comigo foi a Teia. Ela me levava para a Pavuna e eu namorava o filho dela, o Bruno. Depois um amigo do Bruno. Tinha também o caseiro, Zezinho, por quem eu era apaixonada.” (Revista GQ)

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