Iniciado em 2010, o programa da empresa contabilizou 4.790 hectares restaurados até o final de 2011, em municípios do norte do Espírito, sul da Bahia e noroeste de Minas Gerais, regiões onde a Fibria mantém bases florestais.
O gerente de Meio Ambiente Florestal da Fibria, João Augusti, destaca a importância do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica: “a atuação e parceria da organização têm sido fundamentais para a conquista de resultados bastante positivos no trabalho de recuperação de uma das florestas mais ricas e importantes do mundo”.
A posse da Fibria no Conselho de Coordenação do Pacto está prevista para maio e, conforme observa Augusti, os desafios são muitos. “Apesar de o movimento ter foco no Brasil, está se tornando referência em recuperação florestal não só no país, mas no mundo”, observa ele.
O programa de restauração da Mata Atlântica conduzido pela Fibria conta com a parceria do Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal da Universidade de São Paulo (LERF/ESALQ/USP) e o apoio do Instituto BioAtlântica (IBio). Conta, ainda, com a parceria do próprio Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que reúne ONGs, empresas, poder público, universidades e outras instituições, somando mais de 160 signatários.
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