sábado, 12 de julho de 2014

Histórico em frustrações indica Felipão fora e Tite favorito

   Em um momento em que o torcedor tem mais interesse pelo nome do treinador do próximo ciclo e não pela disputa do terceiro lugar, a falta e um pronunciamento oficial do presidente da CBF, José Maria Marin, nos dois dias que sucederam a goleada sofrida para a Alemanha cria uma expectativa que só será sanada após a Copa do Mundo. Pela segunda vez à frente de um momento de crise na Seleção, a solução ainda é incerta, mas o histórico recente de trocas deixa poucas margens para a permanência de Felipão e coloca Tite como favorito ao cargo.
    O Brasil não repete um treinador em Copas do Mundo desde Telê Santana na década de 80, e mesmo assim não por tempo interrupto. O último a ser mantido por mais um ano depois de um fracasso em Copa do Mundo foi Claudio Coutinho em 1978. Tudo conspira para mudança imediata na Seleção, mas o único parâmetro de atuação da atual cúpula do futebol brasileiro indica imprevisibilidade na decisão.
   Com poucos meses à frente da CBF, Marin e seu braço direito Marco Polo Del Nero tiveram como primeiro momento delicado a derrota olímpica brasileira em agosto de 2012. No dia seguinte, o presidente concedeu uma entrevista aoTerra garantindo a permanência de Mano Menezes, mas prometendo manter a cobrança. Cinco meses depois o técnico foi demitido em um momento em que ninguém esperava a mudança.

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