O colunista do jornal A Tarde, Levi Vasconcelos, explica que em junho de 2009, Souto processou Solla por considerar "mentirosa e difamatória" a declaração do secretário, de que a grande obra de do ex-governador "foi fechar a Bahiafarma". O TJ remeteu o caso para a Justiça Eleitoral que, por sua vez, devolveu para o TJ, argumentando que a questão não era eleitoral, e sim penal.
O processo voltou para o TJ em agosto do ano passado, três anos depois de o fato ter ocorrido. Por conta disso, a Procuradoria Geral do Estado pediu prescrição, o que foi acatado pelo Tribunal. Mas manda a lei que, para consumar a prescrição, é preciso quantificar a pena, o que foi feito pelo pleno do TJ-BA.
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