Prestando contas – Tuma Jr define o livro-bomba como “prestação de contas”, porque não pôde se defender de acusações que o fizeram deixar o cargo, em 2010.
Esqueceram de mim – Acusado de “ligações” a um suposto contrabandista, Tuma Jr jamais foi ouvido pela Polícia Federal, tampouco alvo de inquérito ou processo.
Dossiês fajutos – Romeu Tuma Jr contou que o ex-ministro Luiz Paulo Barreto (Justiça) e Aloizio Mercadante pediram a ele para “esquentar” dossiês fajutos.
Está explicado – A revelação de que Lula foi informante do Dops, no regime militar, dá sentido à gentileza do então delegado Romeu Tuma, permitindo que o então sindicalista deixasse sua breve cadeia de 31 dias para ir ao velório da mãe. A ditadura não fazia gentilezas aos seus reais inimigos.(Coluna de Cláudio Humberto)
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