Entre os pré-candidatos estão o deputado Mário Negromonte (PT) e Marcelo Nilo (PDT), que ainda almeja a candidatura ao governo da Bahia. Mas, por enquanto, a preocupação do governador é reeleger Dilma Rousseff novamente à presidência. “Quero trabalhar com todos os aliados para dar a ela uma vitória expressiva. Até março devemos fechar indicando um nome para vice-governador, as coisas estão mais ou menos alinhavadas e sei que faremos uma campanha muito boa”, acredita.
Na mesma oportunidade, Wagner ainda respondeu à questionamentos sobre segurança pública e saúde, temas os quais, para eles, são críticos em qualquer governo. “Não é fácil. Isso acontece também em Rio e São Paulo. Onde tem dinheiro e droga tem problema de segurança. Eu creio que o melhor remédio é o desenvolvimento, inclusão social e geração de emprego. Esse ano tivemos na Bahia 550 mil empregos novos. Hoje temos cinco universidades Federais e a terceira maior rede de ensino médio profissionalizante”, lembra.
Já sobre a Saúde, o governador reconheceu a deficiência na rede Sus. “O nosso sistema, apesar de ser o maior que existe, vai desde a vacina até transplante de órgão. Ele está aquém do que desejamos, mas é uma grande conquista da sociedade brasileira. Significa dizer que temos capacidade de fazer complexidades. Nesses anos de Governo construímos cinco hospitais novos e estamos indo para o sexto. Mas o déficit era muito grande, então, é obvio que ainda há problemas. Duplicamos o número de leitos e de UTI, exatamente para espalhar. O Samu cresceu para mais de 95 de atendimento. Mas reconhecemos que o próximo governador ainda terá muitos problemas para enfrentar”, diz.
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