O engenheiro eletricista da Divisão de Estudos de Inventário e de Viabilidade e Eficiência Energética de Furnas, Alexandre Reis, diz que quando se fala em uso racional da energia, o principal item a ser considerado é a iluminação.
“Medidas simples como a troca de luminárias e centrífugas de ar-condicionado proporcionam um resultado significativo. Quanto mais antigas e obsoletas forem as instalações do edifício, menor será a economia”, explica.
Furnas cita o próprio edifício-sede da subsidiária como exemplo bem sucedido do uso racional da energia. Nele, a empresa geradora e transmissora de energia, implantou recentemente um protótipo de iluminação eficiente pioneiro no Brasil.
Instalado em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, o edifício passa por medições frequentes que demonstram que, após a implantação dessa tecnologia em ambientes no escritório central, houve redução de, aproximadamente, 50% no consumo de energia.
“As ações que vêm sendo implantadas na empresa desde 1999 já reduziram o custo de eletricidade em R$ 925 mil por ano, o equivalente a 38,6% do gasto total”, informa a empresa.
A experiência bem sucedida na sede de Furnas virou referência e levou a empresa, em maio de 2012, a assinar um acordo de cooperação técnica com o Ministério de Minas e Energia (MME) para criar um projeto de eficiência do sistema de iluminação do edifício onde funcionam o MME e o Ministério de Turismo, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
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