Na operação comandada pela PF e apelidade de Éskhara, o banco relatou que o valor da fraude é recorde na história da instituição financeira. O valor do prêmio falso foi depositado ano passado em conta bancária aberta de Tocantinópolis (TO) em um nome fictício. Depois, o dinheiro foi transferido para outras contas.
Investigadores relataram ao Estadão que o suplente teria comprado um avião com o dinheiro desviado da Caixa e teria a intenção de usá-lo em uma fuga. A PF não informou os nomes de nenhum dos envolvidos.
Já foram recuperados 70% dos valores desviados, segundo a polícia. O gerente da agência onde a conta foi aberta já está preso. Os envolvidos responderão pelos crimes de peculato, receptação majorada, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
A polícia informou que as investigações continuam porque há a possibilidade de existirem outros fraudadores.
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