Segundo Leonelli, duas mensagens foram endereçadas aos contatos da secretaria no ano passado: a primeira um cartão virtual com uma mensagem de exaltação à memória do líder sul-africano Nelson Mandela. A segunda, um torpedo telefônico no qual havia desejo de Feliz Natal. Nenhuma, porém, pode ser configurada como ilegal, segundo ele.
“É um negócio simples. O cartão foi enviado antes do Natal, assim como todos os secretários sempre enviam todo fim de ano. Até o governador envia. Além disso, é apenas uma lembrança de Nelson Mandela. O que tem de autopromoção nisso. É uma coisa sórdida”, protestou. Sobre os torpedos, o ex-titular justifica que os pagou diretamente do próprio bolso ao custo de R$ 600.
Leonelli duvida que haja qualquer tipo de represália quanto ao conteúdo das mensagens e que nada isso seria suficiente para mobilizar seu suposto eleitor, caso fosse o desejo ao enviar as mensagens. Para provar o fato, pediu que os colegas que deixou no Estado atestassem sua idoneidade neste sentido. “Eu sou o cara mais rigoroso [que você pode imaginar]. Pode perguntar a qualquer diretor da Bahiatursa. Nem presente eu aceito.”
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