Os fiscais sanitários observaram em nova vistoria, realizada na quinta-feira (16), que a diretoria do clube deixou de executar a maioria das condicionantes. Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária, Antônio Carlos Carvalho, a vistoria nos clubes sociais se justifica pelo aumento de fluxo de pessoas durante a semana no verão, época em que a maioria fica exposta a riscos à sua integridade física e à saúde.
“A interdição é medida extrema que só pode ser suspensa depois de sanadas as irregularidades, comprovadas por novas vistorias e emissão de novo licenciamento sanitário (alvará), explicou ao Jornal Sport News de Itabuna.
Ainda segundo Carvalho, não foi executado o reparo determinado na infraestrutura das dependências internas, a exemplo de conjuntos sanitários, redes elétrica e hidráulica, mesas de concreto armado, passeios no entorno e azulejos das piscinas e nem apresentados laudos sobre o tratamento da água do parque aquático. “Não houve a devida atenção pela diretoria à notificação”, explicita.
Em 2013, o Ministério Público solicitou à Prefeitura a fiscalização de clubes sociais, casas de shows e de espetáculos e templos religiosos.
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