“Inédito no PT a gente fazer unificação da forma que fizemos. Isto dá uma responsabilidade maior. Aqui nós temos administração onde é desenvolvida uma política da direita brasileira. O PT de Salvador tem a responsabilidade de interromper um projeto de direita no Brasil. Isso só vai acontecer se estivermos fortes, unificados e organizados. O grande desafio é manter a unidade partidária, a base e interromper o projeto neo-carlista que é gestado aqui na cidade de Salvador. Não apenas na Bahia, mas como um projeto nacional”, afirma Valadares.
O acordo em Salvador começa por Edson e segue até o final de 2014. Ele renuncia e Marta Rodrigues assume até junho de 2016. Na sequência do chamado rodízio, Marta cede o cargo para Paulo Teixeira, que vai até 2017 – ano de novas eleições no PT.
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