| Reprodução do site do jornal Le Monde |
Esta semana, como podem ver, os franceses também tomaram conhecimento das farras de helicóptero de Cabral, seu cachorro de estimação, Juquinha, e da Gangue dos Guardanapos. O escândalo foi notícia anteontem no Le Monde.
Cabral deve estar possesso, afinal até no seu endereço favorito, seu refúgio, Paris, virou notícia no estilo dos ditadores africanos das ex-colônias francesas que volta e meia viram destaque pelos gastos nababescos e pela corrupção.
Do jeito que Cabral está ensandecido é capaz de dizer que o Le Monde também faz parte do complô dos tais grupos internacionais.
Aliás, não custa lembrar que quando começou a onda de protestos por todo o Brasil, lá atrás, em várias capitais do mundo, brasileiros realizaram manifestações contra corrupção e defendendo mudanças. Uma das cidades que teve protesto de brasileiros foi Paris. Por isso, o governador não se espante quando voltar a Paris se der de cara com algum brasileiro com um cartaz "Fora Cabral". E antes, que Cabral tenha mais algum devaneio, faço questão de registrar que não tenho nenhum amigo que mora em Paris. Vamos rir, para não chorar.
Cabral deve ter mesmo saudades é do tempo em que tirava onda em Paris, fazia farras com Fernando Cavendish, da Delta e com a Gangue dos Guardanapos. Esse tempo porém, não volta mais. Isso Cabral pode ter certeza.
| Cabral dançando até o chão com seu secretário Wilson Carlos, numa das farras da Gangue dos Guardanapos, num hotel de luxo, em Paris; abaixo passeando em Paris de bicicleta ao lado do seu amigo empresário Eduardo Eugênio, o "imperador da FIRJAN (ao fundo Eduardo Paes quando era secretário de Esportes de Cabral) |
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