Goleiro Bruno chora com uma bíblia na mão (Foto: Reprodução)
Tiago Lenoir, defensor de Bruno, disse que não existe nenhum acordo. O outro advogado do goleiro, Lúcio Adolfo, confirmou a declaração do colega e reafirmou que nada foi combinado, porém, ele lembrou que “caso seja da vontade do atleta [a confissão], a defesa não terá como intervir”.
O promotor Henry Vasconcelos Castro reforçou a inexistência de um combinado e minimizou o impacto de uma confissão do acusado. “Eu estou trabalhando com a expectativa de que não haja confissão, assim como trabalhei com a expectativa de que não houvesse confissão por parte do Macarrão. E assim como a confissão do Macarrão não era importante, a do Bruno Fernandes não é importante para que a acusação prove ao júri a participação e a responsabilidade de todos os réus no cometimento dos crimes que os são atribuídos. Todas as provas são robustas, são densas e são respaldadas”, garantiu.
Possível benefício a Bruno - Ainda sobre a possibilidade de uma confissão, Castro voltou a lembrar que as provas são contundentes e destacou que Bruno só será beneficiado com redução da pena caso revele algum fato importante. Ele esclareceu que o benefício é uma garantia jurídica e não parte de um acordo entre acusação e defesa. Já a mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima Moura, disse que espera ouvir a verdade de Bruno, mas se manifestou contra um possível benefício para o goleiro pelo acordo. Ela fez questão de destacar que prefere continuar sem saber o que realmente aconteceu com a filha a ver Bruno ter a pena reduzida. “Eu quero que ele pegue a pena máxima”. (Portal Uai)
Nenhum comentário:
Postar um comentário