Enquanto a presidente Dilma Rousseff anunciava investimentos do governo federal para obras de mobilidade urbana de Salvador, na tarde desta sexta-feira (18) no Bahia Othon Palace, em Ondina, manifestantes realizavam protestos em frente ao local. O barulho produzido pelas buzinas dos descontentes obrigou os representantes do cerimonial a fecharem as portas do hotel. Do lado de fora, cerca de 30 representantes do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal (Sindijufe), em greve desde o dia 1º de junho, pedem a criação de um plano de carreira e aumento de salário que, segundo eles, não é reajustado desde 2006. Eles também pedem que o projeto de lei que congela os salários dos servidores públicos por 10 anos não seja aprovado. “Falta diálogo com a presidente Dilma. Ela não quer saber dos servidores. Mas não sairemos daqui e não voltaremos a trabalhar enquanto não formos ouvidos”, garantiu o coordenador geral do Sindijufe, Rogério Fagundes. Apesar de a greve da categoria durar seis meses, nenhum servidor teve seus pontos cortados. Índios que participavam do Seminário Bahia Nordeste de Saúde Indígena, no hotel, também aproveitaram a situação para tentar marcar um diálogo com a chefe do Executivo nacional. Segundo a cacique Millene Sousa, da tribo Tuxá, do norte do estado, após o evento ela deve receber dois representantes indígenas que lhe entregarão uma carta com reivindicações. Segundo a cacique, depois que a responsabilidade da saúde dos índios saiu da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e foi para a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), as tribos estão há mais de um ano sem assistência médica ou farmácia básica.
esse governo do pt é o maior engodo da nossa história. revanchistas, incoerentes, ladrões, preferem dar dinheiro prá corruptos que colocar nas mãos do servidores. quanto aos índios, vão ler marx e descobrir o que eles pensam de povos "primitivos". a retórica relativista deles é só prá tirar de tempo. prá eles índio também é escória, a menos que se aliste no partido.
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